segunda-feira, 1 de junho de 2015

"Meu corpo minhas regras, corpo do bebê minhas regras também"

"Não as palmadas, mas sim ao aborto?"
Papa Francisco.


Como credibilizar alguém que diz: "Meu corpo, minhas regras", mas quando se trata de outro corpo acredita ter o poder proeminente sobre ele, e que pode determinar se ele poderá ver ou não a luz do sol? Sabemos que 99,9% das femiNAZIS, (mulheres ditas neo revolucionárias, pseudo intelectuais que usam do subterfúgio de que lutam contra desigualdade mas no fundo querem estabelecer normas sui generis e adquirir privilégios) querem a aprovação da descriminalização do aborto por que acreditam ser um ultraje, um absurdo o padrão opressor e patriarcal de não as deixarem fazer o quiserem com o próprio corpo. Bom, biologicamente o feto não é corpo pertencente a mulher, e sim um corpo gerado pelo corpo dela, e ela não tem poder nem direito algum de imolá-lo.

Não é só teologia, filosofia ou religião envolve também biologia e ciência (genética e embriologia), pois afirmam que a vida inicia-se na concepção e ponto.
Fico às vezes me perguntando com desânimo e tentando entender: como uma mulher (ser bem-aventurado por ter o dom de gerar a vida) e o médico (ser designado como protetor da vida) podem ser os mesmos e principais responsáveis por acabar com o prelúdio de uma existência?

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